Vereadores sem Diploma em Campos e Nota Oficial da Câmara dos Vereadores

Um oficial de Justiça acompanhado por agentes da Polícia Federal chegou ao Teatro Trianon, no final da tarde desta segunda-feira(19), para dar ciência a seis vereadores eleitos que eles não serão diplomados na noite desta segunda-feira(19) por decisão judicial.  São vereadores que figuram como réus no processo do caso Cheque Cidadão. Assim, somente 19 dos 25 eleitos e seus respectivos suplentes foram diplomados.

O prefeito Rafael Diniz(PPS) e sua vice Conceição Santana foram diplomados, assim como os vereadores eleitos: Abu(PPS), Alvaro Cesar(PRTB), Cecília Ribeiro Gomes(PTdoB), Claudio Andrade(PSDC), Abdu Neme(PR), Enock Amaral(PHS), Fred Machado(PPS), Genásio(PSC), Igor Pereira(PSB), Jorge Magal(PSD), Jorge Virgilio(PRP), José Carlos(PSDC), Marcão(REDE), Marcelo Perfil(PHS), Pastor Vanderly Mello(PRB), Roberto Pinto(PTC), Silvinho Martins(PRP), Thiago Ferrugem(PR) e Vinicius Madureira(PRP).

“As  mudanças começam dentro de nós e esse foi o espírito da nossa linda caminhada vitoriosa. Nossa vitória começou dentro de cada campista que sonhava com liberdade e se espalhou pelos quatro cantos da cidade. E as mudanças estão só começando”, disse Rafael Diniz ao ser diplomado, acrescentando que:  “Dessa vez, esse diploma não vai ser entregue a nenhuma figura que se acha dona dessa cidade. Esse diploma hoje será entregue a verdadeira dona que é a população campista”.

“Devemos pensar que a nossa democracia trará novas mudanças e a gente deve se preparar para isso. É possível que o momento histórico esteja nos sinalizando para uma participação popular mais direta e eficiente”, afirmou o juiz eleitoral Heitor Campinho, da 76ª Zona Eleitoral, que presidiu os trabalhos da diplomação.

Os seis vereadores eleitos que não foram diplomados são:  Miguelito (PSL), Ozéias (PSDB), Thiago Virgílio (PTC), Linda Mara (PTC), Kellinho (PR)  e Jorge Rangel (PTB). A decisão é do juiz Ralph Manhães, da 100ª Zona Eleitoral.

Os seis vereadores compareceram à cerimônia, mas tomaram ciência da decisão através do oficial de Justiça.  A suspensão da diplomação vale até que sejam proferidas as sentenças nas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) do caso Cheque Cidadão, em que são acusados de utilizar o programa social para compra de votos.

EM NOTA OFICIAL O PROCURADOR DA CÂMARA ABORDA A DECISÃO:



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