Indicação de Zveiter para relatar denúncia contra Temer irrita deputado gaúcho

O deputado Jones Martins (PMDB-RS) disse ter ficado surpreso ao saber que o colega Sergio Zveiter (PMDB-RJ) fora indicado para relatar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer. Martins afirmou não ter entendido a nomeação do colega porque estava "combinado" que ele seria o relator. Outros deputados disseram que jamais a indicação de Martins fora tratada como algo sério.
Há conversas nos bastidores que o Governador do Rio de Janeiro, vai tentar fazer pressão com o Delator para salvar o Rio.

O Delator é irmão do Luiz Zveiter,  conheça melhor abaixo.


Saiba quem é o irmão do delator:


Em momento talvez inoportuno, quando a magistratura busca reafirmar sua independência funcional diante da PLS do Abuso de Autoridade os senhores desembargadores do Rio de Janeiro prestam um desserviço. Talvez o juiz mais político do Rio de Janeiro, denunciado em sete casos em que é suspeito “de favorecimento de amigos e parentes, de interferir em um concurso público, praticar irregularidades em obras públicas, participar de uma campanha política e, até mesmo, negar segurança a uma juíza ameaçada de morte”. Nos referimos ao preclaro desembargador Luiz Zveiter, que vence a preferência entre os juízes e é eleito pela 2ª vez para a presidência do TJ-RJ – em função da mudança de regra do TJ-RJ para permitir a reeleição.
Segundo nos chegou e apuramos denúncia contra Zveiter aparece com substancial documentação em poder da PGR contra o ex-governador Sérgio Cabral. Indícios de superfaturamento na construção de um dos prédios do TJ-RJ, conduzido pela construtora Delta, de Fernando Cavendish. A obra foi orçada em R$ 141 milhões, sem a possibilidade de aditivos. Ainda assim, contrariando orientações dos órgãos de controle, o TJ-RJ pagou R$ 174 milhões. São mais de R$ 30 milhões sem qualquer fundamentação. Cavendish já declarou que houve pagamento de propina.
Em sua longa carreira, constam ainda contra Zveiter um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) por acusação de favorecer a construtora Cyrela, além de uma lista de outros 26 processos.
Em 2005, ele foi obrigado a deixar a presidência do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), onde atuava desde 1990 – uma vez que não poderia acumular a função em uma instituição privada com a magistratura.

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