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Deputado Geraldo Pubim citado na delação da Odebrecht

segunda-feira, 17 de abril de 2017

/ PPM

Em partes da delação Odebrecht, onde é citado o nome do ex governador Garotinho, é citado também o nome de do Deputado Estadual Geraldo Pudim. Sobre uma doação para a campanha de R$1 milhão, no Sistema de Operações Estruturadas da Odebrecht.

Segue abaixo trechos da Delação:



Pergunta: O senhor Anthony Garotinho ele fazia campanha só da Rosinha 
ou de outros candidatos também?
Benedicto: "Eu entendo que ele fazia dele, dela, da filha e que eu me lembro
 de um deputado chamado
Geraldo Pudim que ele coordenava".
Pergunta: Coordenava?
Benedicto: "Ele era presidente do PR, então ele devia ter uma base maior
de apoio, mas o que eu me lembro de cabeça são só estes".
Pergunta: Houve algum benefício concreto do senhor Anthony Garotinho
para a Odebrecht?
Benedicto: "Pedidos por nós não. Nós acabamos conquistando no mercado
 foi uma obra de construção de casas populares em Campos".

Pergunta: Mas houve algum benefício?
Benedicto: "Não. Que eu saiba não. Tratados comigo, não".

Pergunta: Houve algum tipo de fraude?
Benedicto: "Não. Leandro me disse que não houve nenhuma fraude".

Pergunta: Algum benefício concreto da senhora Rosinha para Odebrecht?
Benedicto: "Não".

Pergunta: E da senhora Clarissa?
Benedicto: "Também não. A Clarissa eu só encontrei uma vez. 
Também não. Nenhum.
Pergunta: Nenhum benefício concreto dela?
Benedicto: " Não, nenhum".

O Delator usou o termo "filha", para se referir a Deputada Clarissa, mas em nenhum momento foi comprovado que ela (Clarissa) recebeu algo ou 
esteve envolvida, até porque foi feito perguntas e respondidas pelo Delator.

Foi citado inicialmente: "Eu entendo que ele fazia dele, dela, da filha e 
que eu me lembro de um deputado chamado Geraldo Pudim que ele coordenava".
Enquanto ao nome do Deputado Geraldo Pudim o delator fala o nome do
próprio Deputado. Que até agora não se manifestou. 

A defesa dos ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho disse que eles nunca receberam qualquer contribuição não contabilizada e que se, a petição chegar a virar inquérito, vão provar que o delator está mentindo, uma vez que
 não apresentou nenhuma prova do que afirma. A defesa declarou ainda que
 o casal está à disposição da Justiça.

Garotinho diz em seu blog pessoal:

Hoje a novela se repetiu. Nenhum documento foi apresentado. Repetiu que o apoio à minha
 candidatura era importante porque era a única oposição real a Cabral no Estado e que jamais
 recebeu propina. Ele, porém, aumentou os números das supostas doações que o seu chefe teria autorizado. Ou seja, nem eles sabem ou têm controle se o que estão falando é verdade
 ou não. Reafirmo: eu e Rosinha nunca recebemos nenhuma doação ilegal da Odebrecht. 


Compreendo a indignação das pessoas ao tomarem conhecimento dessas versões falsas,
 mas faça o raciocínio lógico e frio. Eu que venho há dez anos denunciando as maracutaias
 de Cabral com a Odebrecht e outras empreiteiras seria louco de fazer a mesma coisa?
 Não seria mais lógico aproveitar o momento em que quase todos os políticos do Brasil estão enrolados com a Odebrecht para se vingar do Garotinho? 



Não temos o julgamento da Justiça porque sei que lá será provado que não cometi nenhum crime mas receio que as pessoas, vendo o noticiário, não separem quem agiu de maneira honesta e aqueles que roubaram o dinheiro público e enriqueceram.

Fonte: G1 (com informações do Jornal Olhar)
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