Proposta de Redução da Maioridade penal é aprovada e MULHER NUA Leva Dedada.

A proposta de redução da maioridade penal foi aprovada na madrugada desta quinta-feira pelo plenário da Câmara dos Deputados por 323 votos a favor e 155 votos contra, com duas abstenções.
Ontem, um projeto que previa a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos no caso de crimes hediondos e outros delitos considerados graves foi rejeitado pelos deputados.
Hoje, Cunha colocou em votação uma alternativa um pouco mais branda, que incluía um número menor de delitos e essencialmente casos de crimes contra a vida, excluindo por exemplo o tráfico de drogas, fonte de polêmica na proposta votada anteriormente.

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Vários deputados federais se manifestaram a favor da proposta
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Deputados acusaram Cunha de autoritarismo por colocar tema em votação novamente

O episódio foi semelhante ao que ocorreu em maio na votação sobre o doações de empresas a campanhas políticas – após o plenário rejeitar repasses para candidatos, foi aprovado o financiamento apenas para partidos.
A nova votação da redução da maioridade penal foi alvo de protestos na Casa. Deputados apontaram que a nova proposta, uma medida aglutinativa - ou seja, um texto que reunia o teor de outras emendas -, não podia ser apreciada pelo plenário.
Segundo eles, isso iria contra o regulamento da Câmara, porque a proposta não foi apresentada na terça-feira quando o tema começou a ser apreciado pelos deputados.
Para a mudança valer, porém, será preciso que ela seja votada novamente na Câmara e outras duas vezes pelo Senado.
ENQUANTO ISSO DO LADO DE FORA:

Mulher Que Protestava Nua Contra Redução Da Maioridade Leva Dedada De Menor


 Uma ativista que protestava na tarde de ontem contra a proposta de redução da maioridade penal, em Brasília, protagonizou um episódio tragicômico.
A mulher, que só foi identificada pelo nome de Dolores, protestava, juntamente com algumas, amigas com os seios à mostra e palavras de ordem pintadas no corpo.
Quando posava para fotógrafos de vários jornais, Dolores disse que
“senti uma dedada no meu orifício traseiro (editado) e, quando virei para pegar o agressor, ele me disse que era de menor”.
Foi aí que começou o impasse.
“Como a atitude dele de me dar uma dedada com o dedo médio da mão direita era um estupro em potencial, já que tal dedo representa nada mais, nada menos que uma rola, não vi outra opção senão chamar a polícia para prendê-lo.”
Ela explica que hesitou por um momento, “já que sabemos que a polícia não tem o devido preparo para atender vítimas de violência contra a mulher do sexo feminino, pois a cultura do estupro na sociedade ocidental tende a culpar a vítima nesses casos de estupros em potencial.”
Superada a dúvida a respeito da providência a ser tomada, Dolores procurou a polícia, que prontamente pediu identificação do agressor que, por sua vez, deu sua identidade ao policial comprovando ter apenas 17 anos de idade.
“O policial ainda tentou conduzir ele (o menor) para a viatura, mas eu intervi, dizendo que ele era de menor e eu sou contra a responsabilidade criminal de menores.”
Uma amiga de Dolores, no entanto, discordou e pediu a condução do jovem para delegacia.
“Não podemos ser coniventes com esse machismo”, declarou, o que gerou um impasse insolúvel entre as presentes, já que umas defendiam a punição do “estuprador em potencial”, enquanto outras defendiam a imputabilidade do menor.
Um jovem universitário que assistia a cena declarou que “se ela estivesse vestindo roupas, o menor não teria dado a dedada nela.”
A declaração gerou revolta entre todas as presentes, que finalmente chegando em um consenso, pediram que o mesmo fosse preso em flagrante pelo crime de misoginia.
O universitário, que não teve sua identidade revelada, foi conduzido à delegacia, onde se encontra preso até o presente momento à disposição da justiça.
bbc - joselitomuller

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