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Bancários e Fenaban tentam novas negociações a fim de evitar greve

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

/ Jornal Olhar

Mais uma tentativa de negociação pode colocar um ponto final na decisão pelo início da greve dos bancários. Após três rodadas de reuniões em que o Sindicato dos Bancários apresentou suas principais reivindicações à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), nenhuma resposta foi dada à categoria. Caso o impasse permaneça a greve poderá ser decretada para o dia 24 deste mês. 
Segundo o presidente do Sindicato, Hugo Diniz, a próxima reunião acontecerá na quinta-feira (11/09), em São Paulo, com início previsto para as 14h. Nesta ocasião, o início da greve poderá ser definido, já que esta será a quarta tentativa de negociação.
“Esta reunião será o ponto chave da decisão do início, ou não, do movimento grevista. Se durante a reunião a Fenaban apresentar uma proposta que seja considerada suficiente, a greve não acontecerá, caso contrário, acredito que até o final deste mês de setembro iremos decretar a greve dos bancários”, explicou Hugo, ressaltando que o fato da Fenaban não ter apresentado nenhuma solução em nenhuma das negociações tem deixado os bancários ansiosos e dispostos a iniciar o movimento grevista.
A última rodada de negociação aconteceu nos dias 19, 20 e 21 de agosto. Nesta mesma semana várias agências bancárias foram visitadas para esclarecimento aos funcionários das principais reivindicações da categoria.
Entre as reivindicações estão o reajuste salarial de 12,5%; valorização da Participação dos Lucros e Resultados (PRL); melhores condições de trabalho e menos demissões da classe, já que somente este ano 3.500 bancários foram demitidos.
No Norte e Noroeste Fluminense existe 70 agências bancárias e cerca de mil funcionários. De todos os municípios, Campos é o que possui maior número de agências, cerca de 50, e maior número de bancários.
A última greve dos bancários durou 25 dias o que resultou em grandes prejuízos a população e ao comércio da região. Na ocasião, a greve foi considerada a mais longa dos últimos 20 anos e em todo o país mais de 12 mil agências ficaram fechadas.

Fonte: Ururau
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