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César Maia e riverton Mussi tem candidatura casada pelo TRE-RJ

terça-feira, 19 de agosto de 2014

/ Jornal Olhar


O ex-prefeito do Rio de Janeiro Cesar Maia teve a candidatura ao Senado indeferida na noite de hoje (18) pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). Candidato pelo DEM, Maia foi prefeito entre 1993 e 1996 e depois cumpriu dois mandatos entre 2001 e 2008. Em 2012 foi eleito vereador.

De acordo com o TRE-RJ, Cesar Maia foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa por uso de dinheiro público para financiar a construção da Igreja de São Jorge, no bairro de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. Os suplentes na chapa de Cesar Maia, Ronaldo Cezar Coelho (PSD) e Jorge Coutinho (PMDB), tiveram as candidaturas indeferidas por problemas na documentação.

No julgamento de hoje, o TRE-RJ também indeferiu por improbidade administrativa as candidaturas para deputada federal da ex-prefeita de São Gonçalo Maria Aparecida Panisset (PDT) e do ex-prefeito de Macaé, Riverton Mussi (PMDB), que concorre ao cargo de deputado estadual. Os 14 processos de registros de candidatura que faltam ser julgados serão analisados na quarta-feira (20) a partir das 18h.
Também pela Lei da Ficha Limpa, foi impedida a candidatura à reeleição do deputado federal Paulo Feijó (PR), envolvido com a Máfia dos Sanguessugas, esquema descoberto em 2006 que desviava dinheiro público para a compra de ambulâncias.

O ex-prefeito de Macaé, Riverton Mussi, que tentava aprovar a sua candidatura a deputado estadual teve sua candidatura casada por seis votos a zero. No entanto, os desembargadores do TRE decidiram que o ex-prefeito  está inelegível, já que tem várias condenações judiciais em órgãos de segunda instância (TJ e TRE) além de uma liminar negada no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ao todo, na sessão de hoje, foram indeferidos 43 pedidos de registro. Caso recorram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), todos podem continuar a fazer propaganda eleitoral até o julgamento definitivo em Brasília.
A assessoria de César Maia informou que “nada muda” na disputa eleitoral, pois  “a posição de 3 x 1 [dos votos] do TRE vai ao TSE que é quem avalia e define [a candidatura]”.  A nota ressalta que “o TSE já decidiu casos idênticos entendendo de outra maneira, inclusive o próprio presidente atual do TSE”. O candidato ao Senado informa que continuará em campanha.
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